domingo, 4 de março de 2012

ALCEU VALENÇA

COMO DOIS ANIMAIS
Alceu Valença

Tom: E            SOLO  12 – 10 - 23 - 30

Uma E moça Bm7 bonita E de olhar D agateado E
Deixou Bm7 em pedaços E o meu D coração E                                   
Uma E onça Bm7 pintada E seu tiro D certeiro E
Deixou Bm7 os meus nervos E de aço D no chão E. (Bm7  E  D E) (BIS)
Foi Mistérios C#m e  segredo G#m   e  muito C#m  mais G#m
Foi divino C#m brinquedo G#m e muito C#m mais  G#m                                             
Se amar A como D dois A animais. E (Bm7 E D) (BIS)                                               
Meu E olhar Bm7 vagabundo E de cachorro D vadio E                                                 
Olhava Bm7a pintada E e ela estava D no cio E (Bm7  E  D)                                  
Era E um cão Bm7 vagabundo E e uma onça D pintada E                                                        
Se amando Bm7na praça E como D os animais E BIS (Bm7  E D E)
Foi   Mistérios C#m   e    segredo  G#m e  muito C#m  mais   G#m  
Foi divino C#m brinquedo G#m e      muito C#m mais G#m                                    
Se amar A como D dois  A animais. E (Bm7 E  D E)


ANUNCIAÇÃO

Alceu Valença
solo: 10 – 13 -  15 – 17 – 17 – 15 -13 – 10 - 13 – 15 – 13 – 15 Am10 – 13 – 15 – 17 – 17 – 15 – 13 – 10 – 17 – 15 – 13-13  G
G Na bruma leve das paixões que vem de dentro Am
Tu vens chegando C prá brincar no meu quintal G
No teu cavalo peito nu cabelo ao vento Am
E o sol quarando C nossas roupas no varal G
Tu vens G7 tu vens Em eu F já escuto C os teus sinais G 
G A voz do anjo sussurrou no meu ouvido Am
E eu não duvido C já escuto os teus sinais G BIS
Que tu virias numa manhã de domingo Am
Eu te anuncio C nos sinos das catedrais. G
Tu vens G7 tu vens  Em eu F já escuto C os teus sinais. G Bis solo


ESPELHO CRISTALINO
Alceu Valença
T0M: A    Introdução: G F#m                       
A Essa rua G sem céu, F#m sem horizontes A
Foi um rio G de águas F#m cristalinas A
Serra verde G molhada F#m de neblina A                        
Olho d'água G sangrava F#m numa fonte A                      
Meu anel G cravejado F#m de brilhantes A                      
São os olhos G do capitão F#m Corisco A                        
E é a luz G que incendeia F#m meu ofício A
Nessa selva G de aço F#m e de antenas A                         
Beija-flor G estou chorando F#m suas penas A                           
Derretidas G na insensatez F#m do asfalto A
Mas eu tenho G um espelho F#m cristalino A                         
Que uma baiana G me mandou F#m de Maceió A                   
Ele tem G uma luz F#m que me alumia A                     
Ao meio-dia G clareia F#m a luz do sol A (2x)”
Que me dá G o veneno F#m da coragem A                      
Pra girar G nesse imenso F#m carrossel A
Flutuar G e ser gás F#m paralisante A                      
E saber G que a cidade F#m é de papel A                       
Ter a luz G do passado F#m e do presente A                 
Viajar G pelas veredas F#m do céu A                        
Pra colher G três estrelas F#m cintilantes A                     
E pregar G nas abas F#m do meu chapéu A                      
Vou clarear G o negror F#m do horizonte A                          
É tão brilhante G a pedra F#m do meu anel